quinta-feira, 2 de junho de 2011

Sua; Nossa hora




O relógio é tempo; horários afetam um tempo.
Já anoiteceu e, isso me afeta.
A textura do claro escuro enobrece; meu humor desaparece.
Muitas expressões para poucas palavras.
Pouca destreza para muitas idéias.
Recomponha-se!
Junte seus cacos antes que alguém os leve com sorrisos.
O tempo existiu. O relógio determinou. Você perdeu a hora.


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Finito



Isto é nada mais nada menos que o frescor pelo novo,
A empolgação pelo diferente.
Você está reluzente!
Seu humor aferi a todos; não a mim.
Só não se esqueça:
O diferente se torna velho.



sábado, 5 de março de 2011

XYZ



Maldita geração alfabética!

Sinto falta da juventude hermética.

Anos atrás, tempos atrás, épocas deixadas para trás e...

De onde nunca deveríamos ter saído.


(Não vivido).



terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Pen.III




"Agarrar-se ao instante de uma promessa é saber que o instante futuro será o oposto."



domingo, 31 de outubro de 2010

Pen.II



"Aprecio aqueles que têm uma boa história para contar...
E que fazem de seu desfecho sua obra-prima!"



quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Ainda uma incógnita



Começar e terminar com uma grande idéia.
Sentir e executar aquele ensejo... somente seu!
É tão leve!
Surgi no instante adequado.
Faz-nos pensar que é algo além.

[...]

Transborda cada segundo mais.
Impossível contenção!

Tão mágico que me atenta a achar que és uma linguagem.
Linguagem loquaz.
Linguagem inata.
É todo seu!

A minha neste momento não está bem.
Está contígua mas não ativa.
Afinal, quem conseguiria defini-la?

Precisa-se de inspiração para inspirar.
E também um bocado para a definição da tal.


terça-feira, 28 de setembro de 2010

Frequente



Morada singela mas tem todo coração.
Marcada à ferro e fogo.
E alguém usucapi suas terras e mente.

O rapaz vai caminhando e errando vira errante.
Aquela mente inzona e confundi a força.
Deu como solução repristinar esse chão.

O seu Néscio não tem culpa de nada, não!
Foi vítima do seu Lacaio!
Tamanho poderio desleal.



segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Pen.I




"Tenho pena por pensar errado
e receio por pensar certo."


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Suposta Descoberta




Antes não era.
Agora eu sou.
Digo aprendi a ser...
Portanto eu sou!
Sou capaz de modificar uma vida, duas ou miríades.
Parece esse ser o meu poder.
Uma coincidência ou angariação?


quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Cultura?



...um momento de espera...em meio à palavras de contra-agrado
Objetos e objetos cursam e rasgam o tangível e o intangível, inopinado.
O instante torna-se perpétuo e o destino já está selado.

Mas o que seria toda essa confusão?!
Um princípio religioso contrariado pela sua própria criação?
Uma brutal forma de contestação?
Ou apenas ações para chamar a atenção?
Ah! Vamos acreditar na origem de uma anistia religiosa! Por obséquio!
Ou até quem sabe em uma catarse dessas mentes inválidas e vazias.

Agora todos deixam o recinto.
Sorrindo e com ares realizados.
Eles decidiram sobre uma vida sem ao menos considerarem o litígio.
E o litígio deu lugar ao julgamento lítico.
Pare!, Pare!, Pare!
[...]
Não adianta aclamar!
Ninguém ouve ao som que não ecoa.
Ninguém ouve a voz de sua maior vontade.

Esta não é uma sociedade laica, mas deveria ser.
Esta não é uma sociedade comandada por astutos, mas deveria ser.
Esta ferida é vermelha, mas o futuro brando e branco é esperado. E ele vai ser!


terça-feira, 10 de agosto de 2010

De jeito tomado


Longa espera
É neste momento que ficamos.
Sempre continuo a pensar no que se tem a fazer
Hoje é o dia em que você divide as coisas.
Quando diziamos a vontade
O que era pouco pra você
Exagerava no que era demais pra mim.
Deixe este lenço secar na luz do dia
Ele já está pra lá de machucado.
Flagelos e impulsos
Dores que vão embora.



terça-feira, 13 de julho de 2010

Afinal...



Será que nós, seres humanos, deveríamos nos sentir como nos sentimos de fato?
Não é tudo muito abstrato e ao mesmo tempo concreto?
Sentimos o concreto, desapercebemos o tal do abstrato...
Que coisa!
Tudo isso é controlado!
Parece que não somos seres racionais ou aquele tal de concreto
Somos seres controlados...
Controlados por algo extraordinário e sem vida
A propósito...
O que é a vida mesmo?!


quinta-feira, 3 de junho de 2010

Começo do Fim



Minha cara,
A cada novo hoje as tribulações solidificam...
Eu digo sim mais e mais.
O que penso de você, de você penso que és histrião.
Não quero seu afinco. Ele serve de ilécebra ao meu universo variável.
Completamente inconstante.
Ah, nem me diga!
É sim, é sim!
Isso tudo não passa de lábeus.
Devo-lhe, devo-lhe... Por obséquio, como devo-lhe.


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Esta pessoa como eu


Esta pessoa reclama de sua exaustão, mas odeia ter tempo.

Nada de pragmatismo em sua existência.

De início começou omitindo para não aparentar descredibilidade, mas já é tempo de luta e conquista.

Esta pessoa é assim como eu.

Esta pessoa tem medo, anseios e confusões!

Totalmente confusa.

Sem conclusões!


quinta-feira, 1 de abril de 2010

Procura para cumprida


É um novo... novamente.
Epóca de festejo próprio e de movimentos contínuos.

Bom humor, bom humor...

Agora concentro-me. Há uma tarefa a se executar.
Não sei o tema, mas vejo cash.



sexta-feira, 5 de março de 2010

Dia?



O que conhecemos como dia seria na verdade o que conhecemos como insólito ou, na verdade, o período de 24 horas descartado por nosso carácter?



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Voltando


Perdi o fio.
Um emaranhado.
Toda a meada.

Dentre luzes e agulhas,
Túneis e palheiros,
O verbo angariar é no gerúndio.
E no genuíno.

Agora estás mais claro.
Estás voltando...
Voltando...
Voltando...


sábado, 13 de fevereiro de 2010

O daqui a pouco



[...]

Falta pouco para daqui a pouco.
Daqui a pouco é amanhã,
Semana que vem,
Ou ano que vem.

Falta muito pouco para daqui a pouco.
Daqui a pouco é o fim.



sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Iminente não, sim



A melodia externa-interna e desesperada ecoa aos ares inóspitos.
A vida, então, consta como insípida.
Cria-se vontade própria,
Asco alheio.

Um adeus parece breve.
Isso tudo não é breve.
Vascas freqüentes,
Momentos morosos.

Murmúrios deixados,
Faz-se a agonia no tempo presente.
Que frenesi!

Assim ficarás.
Um pedaço da morte, e não um soneto.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

?



Qual a impressão que você tem ao olhar minha cara?
E que impressão você tem ao olhar a cara dele?
E a dela?
E daquele outro?
E desse aqui?
E daquela lá do lado?
Culpa minha não é se é essa a impressão que tenho ao te ver.